Clipping Express – 09/05/2016

TOTAL DE ITENS DO BOLETIM: 03 SEP: 01 Item 1. Crise atinge o Complexo de Suape, maior polo de atração de investimentos do Estado [SEP] 09/05/2016 02:12:00 – Autor não informado – Portos e Navios – ÍNDICE DE NOTÍCIAS Trecho 1…s praticamente do zero com os novos ministros da Secretaria Especial de Portos (SEP) e da Integração Nacional”, observa o presidente do Complexo de Suape e Secr… Trecho 2…go Norões. O porto tem quatro projetos de licitação esperando sair da gaveta da SEP, desde que foi criada a nova Lei dos Portos em 2013. A regulação tirou a aut… Trecho 3…inal de grãos e um terminal de granéis sólidos. Segundo a diretoria de Suape, a SEP tem previsão de licitar o Tecon 2 no segundo semestre deste ano. Os demais t… TERMINAIS PORTUÁRIOS: 01 Item 2. Empresários do setor portuário sugerem privatizar as Docas [SEP, Terminais portuários] 09/05/2016 05:00:00 – Daniel Rittner | De Brasília – Valor Online – INTERNACIONAL Trecho 1…tração dos portos organizados será levada a Temer pela Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), maior entidade representativa do setor. Para o pres… TERMINAL PORTUÁRIO: 01 Item 3. Software portuário em nova versão para o próximo semestre[terminal portuário] 09/05/2016 02:11:48 – Autor não informado – Portos e Navios – GERAL Trecho 1…equipamentos da instituição, como uma réplica do pátio de contêineres da Brasil Terminal Portuário (BTP). Neste mundo virtual e de simuladores, os aprendizes...

Informativo n° 7/2016

Informativo n°7 – 16/12/2015 Fim de barreiras tributárias na Argentina facilita comércio com Brasil Recém-chegado à Casa Rosada, sede do governo da Argentina, Mauricio Macri anunciou uma série de medidas para liberalizar o comércio internacional do país -inclusive restrições burocráticas muito criticadas por industriais brasileiros. O novo presidente eliminou impostos, criados em 2012, que encareciam as exportações de produtos industriais e agropecuários, e avisou que pretende levantar, ainda nesta semana, o cerco ao dólar, que limita as compras no exterior e as despesas em moeda estrangeira. O alento chega em um momento de baixa do comércio exterior do pais vizinho, que sofre com a queda do preço das matérias-primas e a recessão no Brasil, seu principal mercado. Com o fim dos impostos, Macri quer resolver um dos problemas mais urgentes da economia local neste momento: a escassez de dólares. Quer, ainda, ganhar a confiança de investidores estrangeiros, para que voltem ao país e tragam dinheiro para tirar a economia do atual estancamento. LIBERAÇÃO O ministro da produção, Francisco Cabrera, afirmou que as barreiras burocráticas levantadas para impedir a entrada de importados, as DJAI (Declaração Jurada de Autorização à Importação) perderão a validade em 31 de dezembro, como pactado com a OMC (Organização Mundial do Comércio). As barreiras, criadas no governo Cristina Kirchner, eram criticadas pelos exportadores brasileiros, que viam na medida um escudo protecionista para dificultar a entrada de produtos no país vizinho. A limitação às compras no exterior prejudicou a atividade de empresas que precisam importar peças para produzir, como as montadores de automóveis, o que abateu a economia. Mas se a liberação atende a essas companhias, coloca...

Informativo n° 6/2015

INFORME n° 6  –  19/11/2015   Medidas começam a dar algum alento à economia Embora timidamente, o governo começou a desenhar medidas para dar algum alento à atividade econômica, rompendo uma sequência de iniciativas unicamente voltadas ao ajuste fiscal. Ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que discute a possibilidade de que os Estados tomem recursos emprestados para criar fundos de garantia para parcerias público privadas (PPPs). Isso poderia estimular investimentos em infraestrutura, o que, segundo Levy, “é o caminho para assegurar o crescimento do país nos próximos anos”. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, confirmou que o governo, por recomendação da presidente Dilma, estuda o aumento das alíquotas de importação de aço. Segundo ele, a medida seria uma resposta a um “surto” de práticas de defesa comercial que surgiram no mundo recentemente, com vários países elevando alíquotas de importação. A indústria brasileira do aço vive um momento difícil, com queda de demanda, o que obrigou a setor a demitir 11 mil trabalhadores neste ano. Enquanto isso, 15% a 18% do aço laminado consumido no país vêm do exterior. A possível elevação das alíquotas fez disparar as ações da CSN (17%) e da Usiminas (14,6%). Os papéis PN da Gerdau subiram 1,52%. O discurso pró crescimento e uma sucessão de vitórias do governo no Congresso, com a manutenção de vetos importantes da presidente Dilma, trouxeram algum alívio aos preços dos ativos. No mês, o dólar caiu 1,75% e ontem fechou a R$ 3,7936, a bolsa subiu 3,42% no mês e o risco país caiu 6,15% também sob influência de eventos externos. O comportamento dos...